No Dia Mundial das Redes Sociais, celebrado nesse 30 de Junho, grandes marcas potencializam boicote às mídias, paralisando anúncios no Facebook, Instagram, Youtube e Twitter, em um movimento que pede menos tolerância com mensagens de ódio publicadas nessas plataformas.

Algumas multinacionais não correlacionaram suas paralisações de anúncios ao movimento Stop Hate For Profit (pare de dar lucro ao ódio, em tradução livre), mas cresce cada vez mais o número de marcas que anunciam a mesma atitude.

Adidas, Reebook, Ford, Unilever, Coca-Cola, Honda, Starbucks, Levi’s e Diageo são algumas das empresas que já participam do boicote, interrompendo suas publicidades em Redes Sociais durante todo o mês de julho.

“Não há lugar para o racismo no mundo e não há lugar para o racismo nas redes sociais”, disse James Quincey, diretor-executivo da Coca-Cola Company, em comunicado. O executivo explicou que a decisão servirá para a empresa “fazer um balanço sobre (suas) estratégias publicitárias e ver se precisa revisá-las”

O Facebook gera 98% de sua receita por meio de anúncios. A companhia recebeu US$ 17,4 bilhões em publicidade apenas no primeiro trimestre de 2020… – Veja mais em

https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/06/29/adidas-e-ford-entram-para-o-boicote-de-anuncios-nas-redes-sociais.htm?cmpid=copiaecola

Segundo a Época Negócios, “a ação iniciada há cerca de 15 dias, quer pressionar a rede social a mudar suas políticas de controle nas postagens, já que consideram que a plataforma faz pouco para impedir a disseminação do discurso de ódio e de notícias falsas. Isso porque os Estados Unidos enfrentam uma eleição presidencial em novembro deste ano em meio à pandemia do novo coronavírus e aos protestos antirracistas. Para a maior parte das empresas, desde a eleição de Donald Trump em 2016, o Facebook pouco fez para impedir a propagação das fake news e dos discursos de ódio – considerados por muitos analistas como fundamentais para a vitória do republicano.

A pressão das companhias atinge, majoritariamente, a rede de Mark Zuckerberg, mas algumas das quase 200 marcas que aderiram também optaram por cortar propagandas no Instagram, que pertence ao Facebook, Twitter e YouTube… -Leia mais em https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2020/06/cresce-boicote-de-grandes-empresas-globais-ao-facebook.html

 

 

 

 

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